Projeto “Sim à vida. Não às drogas” forma 90 alunos na Arena de Pernambuco

Foto: Beto Dantas / Portal de Prefeitura

Na última sexta-feira (19), a Arena de Pernambuco foi palco da formatura do projeto “Sim à vida. Não às drogas”, iniciativa do Instituto Saravida idealizada pela missionária Michele Collins e pelo deputado estadual e pastor Cleiton Collins (PP). O programa tem como objetivo resgatar pessoas em situação de dependência química, oferecendo cursos profissionalizantes que abrem portas para o mercado de trabalho e uma nova vida.

A solenidade, marcada por emoção e celebração, homenageou o deputado federal Eduardo da Fonte (PP).

Ao todo, 90 alunos concluíram seis turmas de capacitação nas áreas de bolos caseiros e salgados, cabelo e beleza, além de informática e tecnologia. As aulas, realizadas nas unidades de acolhimento de Paulista e Vitória de Santo Antão, tiveram carga horária de 80 horas. Mais do que conhecimentos técnicos, os formandos levaram consigo lições de autoestima, superação e esperança.

Entre os participantes, estavam jovens que viveram anos à margem da sociedade, mães que lutam para reconstruir seus lares e filhos que reencontraram suas famílias.

“Cada formando que sobe ao palco representa uma vitória contra as estatísticas e contra a desesperança. São histórias reais de recomeço, de fé e de superação. Esse projeto é uma porta aberta para que essas pessoas possam sonhar novamente”, destacou a presidente da Saravida, Emanoele Albuquerque.

Ela reforçou ainda o impacto da iniciativa:

“Ver esses jovens e adultos concluindo seus cursos e acreditando novamente em um futuro possível é a maior recompensa do nosso trabalho. Cada diploma entregue é um símbolo de coragem, de renúncia às drogas e de uma nova oportunidade para viver com dignidade. É por isso que seguimos firmes, acreditando que a vida sempre vence.”

A formatura não marcou apenas o encerramento de uma etapa, mas o início de novas trajetórias. Para cada diplomado, o certificado entregue representa não só uma qualificação profissional, mas a certeza de que é possível reescrever a própria história.