Eleições 2026: fake news, inteligência artificial e propaganda negativa; entenda os limites

Com o avanço da campanha eleitoral de 2026, a disputa política também ganha força nas redes sociais, no rádio e na televisão. Junto às propostas dos candidatos, crescem as discussões sobre fake news, conteúdos manipulados, inteligência artificial e propaganda negativa.

TSE

Em entrevista ao Programa Olinda Todo Dia, apresentado por Gabriel Correia, da Rádio Olinda, o advogado Dr. Rafael Costa explicou algumas das regras que devem ser observadas durante o período eleitoral. Segundo ele, a legislação estabelece limites para a propaganda no rádio e na TV e proíbe recursos destinados a degradar ou ridicularizar adversários, além de prever medidas como retirada do conteúdo e direito de resposta em determinadas situações.

Outro ponto de atenção é o uso da inteligência artificial nas eleições. O advogado destacou que conteúdos sintéticos utilizados em propaganda precisam ser identificados como manipulados, enquanto o uso de deepfakes é proibido. Ele também explicou regras específicas previstas para o período próximo à votação.

O eleitor também pode participar da fiscalização. Durante a entrevista, Rafael Costa citou o Pardal, ferramenta da Justiça Eleitoral utilizada para comunicar possíveis irregularidades em propagandas eleitorais.

O que pode ou não ser publicado durante a campanha? Como a Justiça Eleitoral trata conteúdos produzidos com IA? E o que fazer ao identificar uma possível irregularidade? Assista à entrevista completa no YouTube da Rádio Olinda.